(...)Acostuma-te à lama que te espera!
O homem, que, nesta terra tão miserável,
mora entre terras, sente inevitável,
necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo, acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga, é a mesma que apedreja. (...)
Augusto dos Anjos
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