terça-feira, 28 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
House: Ascenção, queda e a 8ª Temporada
Era uma vez um médico estranho e viciado que parecia não ligar para seus pacientes e nem para o mundo de uma forma geral. Um médico protagonista de uma série que conquistou sucesso rapidamente justamente por ser bem diferente dos modelos médicos da época.
Fica a questão à ser respondida: em que momento isso mudou?
House, apesar de tudo, ainda é minha série preferida de todas em todo o mundo e isso graças a minha persistência, já que muitas (MUITAS) séries já surgiram para tomar esse lugar, mais por um questão que vai além da qualidade, não mudaram o quadro. Mas nem essa minha afeição com a série não me impede de ver o óbvio.
O que era brilhante passou a ser normal e o que era fácil e prazeroso passou a ser um "trabalho" sofrível e cansativo enquanto a série se perdia em situações repetitivas, tornando o seu elemento incomum, comum!
Se podemos colocar dessa forma, a Era de Ouro de House compreende as três primeiras temporadas, a início do fim começou na 4ª temporada, apesar de que dois dos melhores episódios da série "House's Head" e "Wilson's Heart" estarem presente nessa temporada. A quinta temporada foi a menos pior se comparadas à sexta e a sétima, que mostram claramente que o gás da série está chegando o fim.
Mas ainda já não sendo a mesma coisa, a 6ª temporada teve um excelente começo, mostrando a reabilitação de House e levando a série para um novo momento e realmente levou, apesar de não empolgar, um (não tão) novo Dr. House surgir, deixando o Vicodin definitivamente de lado em outro episódio que entra para o Hall dos Inesquecíveis, "Help Me".
Com o ínicio da 7ª temporada, finalmente começamos a ver o relacionamento de House e Cuddy e tudo estava indo bem. Não estava excelente, mas também não estava ruim. A regularidade caiu bem para série naquele momento. O negócio pegou com a decisão da produção da série em retroceder algo que estava funcionando.
Chegou um momento do relacionamento entre House e Cuddy em que ele tinha que dar um passo firme e crescer, assumir a responsabilidade de uma relação adulta e o grande erro foi não ter arriscado fazer essa mudança de conduta dele. Feito isso, voltamos ao gato e rato que foi divertido no começo, mais não naquele momento. Não sei você, mais eu como fã da série, sentia que havia uma expectativa para que essas mudanças acontecessem.
A atual temporada teve episódios interessantes, como "Family Practice" e o melhor da temporada"The Dig" com a volta de Thirteen. Contudo, outros como “BombShell”, com o desnecessário musical só confirmaram o que já estava bem claro. Nem as tentativas incorporar novos elementos estava funcionando efetivamente, porque o que deveria acontecer não aconteceu.
Hoje a série foi renovada oficial para 8ª temporada e o boato é de que seja a última. Em outras circunstâncias eu ficaria muito triste com os rumores, mas agora eu penso que talvez seja o melhor. É necessário saber reconhecer quando algo chegou ao fim ao invés de ficar empurrando com a barriga algo que já não tem o mesmo brilho de antes. Dizer isso é algo complicado, mas às vezes precisamos escolher entre um fim com alguma dignidade do que um cancelamento as pressas, coisa que House, repito, pelo que foi, não merece.
Como disse no Twitter, espero que levem o conceito de renovação no sentido total da palavra e se realmente for a temporada final, que ela pelo menos lembre-se dos seus primeiros anos!
Fonte: http://www.falandoemserie.com/2011/05/house-ascencao-queda-e-8-temporada.html
Fonte: http://www.falandoemserie.com/2011/05/house-ascencao-queda-e-8-temporada.html
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Outra vez
Se eu tivesse ao menos mais um dia para te amar, eu te amaria como se não houvesse um amanhã incerto. Tocaria seus cabelos sem me preocupar se sentiria falta disso, beijaria seus lábios da melhor maneira que fosse capaz de mostrar que foi a melhor coisa que eu já havia experimentado. Não me preocuparia em expôr todas as minhas manias e não ousaria me limitar em fazer tudo para te agradar, para que quando isso acabasse, você sentisse saudades. Se houvesse ao menos mais uma oportunidade, eu a agarraria e aproveitaria cada instante, cada toque seu, cada promessa que não poderia ser cumprida, cada beijinho no nariz, cada vez que você ajeitaria meu cabelo e dissesse que eu estava linda. Não hesitaria em nenhum momento se você quisesse fazer algumas de suas brincadeirinhas bobas, que em dias normais eu não gostaria, mas em dias como hoje, seriam suficientes para fazê-lo melhor. Não te repreenderia se você quisesse fazer alguma coisa louca, arriscaria com você e ficaria feliz se desse tudo errado, assim lembraríamos de tudo isso e riríamos com um bom desejo de voltar atrás. Se você me quisesse de volta, eu voltaria agora e diria tudo o que tem sufocado minhas vias respiratórias, tentaria mais uma vez encontrar uma maneira de que esse momento durasse para sempre, faria um bom jantar a luz de velas para que você se impressionasse e pensasse "Uau, eu quero essa mulher para mim!'', realizaria todos os seus desejos e me doaria a você sem reservas, te mostraria o quanto de mim você ainda não conhece e se conhecesse, eu juro, que você não iria saber viver sem mim. Não, não estou sendo egoísta, pois sou capaz de lhe dar muito mais do que tens para me oferecer. Apenas o que peço é um abraço confortante, um pedido de desculpas na hora certa, um café da manhã saudável ao seu lado, um telefonema inesperado, um buquê de flores só para dizer que ainda se lembra de mim, um beijo em qualquer hora e em qualquer lugar. Apenas o que peço, é mais um dia. Ao menos um hoje, para que talvez, houvesse um amanhã.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Mais que a mim
Se sempre esperei pelo homem perfeito e hoje não espero mais, foi graças a experiência que tive com você. Durante toda a minha vida eu ouvi a frase "Você é perfeita demais para mim", sempre fui a mulher ideal, e as pessoas só enchergavam as minhas virtudes, me viam como um diamante prestes a quebrar a qualquer momento. Nunca conseguiam perceber a minha verdadeira essência, a empáfia que existia em mim e o mais importante, o desejo de ser amada. Mas com você foi diferente. Você nunca se preocupou além da conta comigo, sempre me tratou como uma mulher de verdade, uma mulher que possuia muitas coisas mágicas, porém também possuia feitiços letais. Você me conheceu atravéz do meu olhar, do tom da minha voz e não das minhas palavras. Nunca me subestimou e sempre acreditou no poder que eu exercia sobre você, e nunca me pôs limites, apenas me deu aquilo que eu mais precisava.
Engraçado seria falar sobre nós. O que somos? Amantes, ficantes ou dois bobos enfeitiçados um pelo outro? Não sei. Acho que somos um pouco de tudo, eu apenas não sou uma coisa, e sei bem disso, não sou a sua MATRIZ. Não sou aquela que passa o dia inteiro na sua casa e almoça com a sua família, não sou aquela que te liga de madrugada dizendo que te ama, não sou quem passa a tarde fria de domingo ao seu lado vendo uma comédia romântica, não sou aquela que pode passar com você todas as datas mais importantes da sua vida, não sou quem te vê nos meus planos pro futuro e também não sou aquela que está em seus planos futuros. Então quem eu sou? Eu sou aquela que não pode te ligar a qualquer hora do dia, eu sou aquela que tenho que evitar ir em certos lugares para não te ver em circunstâncias desfavoráveis a mim, sou aquela que passa o dia pensando em você e chora toda noite antes de dormir por causa disso, sou aquela que sempre atende suas ligações não importa o que esteja fazendo, sou aquela que está disponível sempre, aquela que te venera, que te espera, que morre de saudades, que é louca por você, mas nunca admite isso, pois você a vê como uma mulher forte, e certamente não iria querer ver sua fragilidade.
A pior coisa de não ser uma matriz é ter que interpretar papéis. Nunca posso me explodir quando tenho ciúmes, tenho que me controlar e fingir que está tudo bem. Nunca posso te convidar a passar datas comemorativas ao meu lado, tenho sempre que mentir dizendo que vou passar com outra pessoa, ou chamar alguém de última hora para não me sentir tão solitária. Tenho que dizer "Estou ótima", quando na verdade queria dizer "Estou péssima e a culpa é sua!". Essa é a minha realidade, vivo interpretando personagens e sentimentos, tenho multi expressões faciais. E por que faço tudo isso? Por apenas alguns momentos de prazer, para me sentir uma mulher de verdade, porém completamente desvalorizada. Será que vale a pena? Acho que não...
Perdi minha inocência, hoje não sou mais a mulher ideal, sou uma mulher. Com marcas da vida estampadas por toda a parte, um coração como uma ilha deserta e um desejo insaciável. E o pior de tudo é que agora tenho um vício, uma doença, uma abstinência. VOCÊ.
Engraçado seria falar sobre nós. O que somos? Amantes, ficantes ou dois bobos enfeitiçados um pelo outro? Não sei. Acho que somos um pouco de tudo, eu apenas não sou uma coisa, e sei bem disso, não sou a sua MATRIZ. Não sou aquela que passa o dia inteiro na sua casa e almoça com a sua família, não sou aquela que te liga de madrugada dizendo que te ama, não sou quem passa a tarde fria de domingo ao seu lado vendo uma comédia romântica, não sou aquela que pode passar com você todas as datas mais importantes da sua vida, não sou quem te vê nos meus planos pro futuro e também não sou aquela que está em seus planos futuros. Então quem eu sou? Eu sou aquela que não pode te ligar a qualquer hora do dia, eu sou aquela que tenho que evitar ir em certos lugares para não te ver em circunstâncias desfavoráveis a mim, sou aquela que passa o dia pensando em você e chora toda noite antes de dormir por causa disso, sou aquela que sempre atende suas ligações não importa o que esteja fazendo, sou aquela que está disponível sempre, aquela que te venera, que te espera, que morre de saudades, que é louca por você, mas nunca admite isso, pois você a vê como uma mulher forte, e certamente não iria querer ver sua fragilidade.
A pior coisa de não ser uma matriz é ter que interpretar papéis. Nunca posso me explodir quando tenho ciúmes, tenho que me controlar e fingir que está tudo bem. Nunca posso te convidar a passar datas comemorativas ao meu lado, tenho sempre que mentir dizendo que vou passar com outra pessoa, ou chamar alguém de última hora para não me sentir tão solitária. Tenho que dizer "Estou ótima", quando na verdade queria dizer "Estou péssima e a culpa é sua!". Essa é a minha realidade, vivo interpretando personagens e sentimentos, tenho multi expressões faciais. E por que faço tudo isso? Por apenas alguns momentos de prazer, para me sentir uma mulher de verdade, porém completamente desvalorizada. Será que vale a pena? Acho que não...
Perdi minha inocência, hoje não sou mais a mulher ideal, sou uma mulher. Com marcas da vida estampadas por toda a parte, um coração como uma ilha deserta e um desejo insaciável. E o pior de tudo é que agora tenho um vício, uma doença, uma abstinência. VOCÊ.
domingo, 5 de junho de 2011
A dor que dói mais
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
Martha MedeirosSaudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
sábado, 4 de junho de 2011
A noite torna-se amanhecer para provar que o amor continua. Está escrito nas estrelas e no fundo do meu coração, é com você onde eu ainda permaneço. Através de cada página que viramos. cada lição que aprendemos, finalmente nos libertaremos, ou nos forçamos a submeter, porém o amor está certo e nunca errado. Sabemos que podemos dizer que demos tudo, demos tudo por amor a cada passo do caminho, entregamos nossa alma, demos tudo por amor, tudo por amor. Nas orações silenciosas que rezo, que palavras nunca poderiam ser ditas, para alcançar dentro de seu coração. Não importa onde você esteja, prometo que encontraremos um caminho para caminhar pela estrada que já conhecemos. A estrada que nos guia para casa. Um milhão de sonhos, eu tenho idealizado e em cada um deles eu via seu rosto e você sozinho. A vida passa tão depressa, pelos segredos que permanecem rapidamente o futuro torna-se passado. Quando eu te abraçar novamente, estarei te abraçando eternamente.
(Trecho de All for Love - Michael Bolton)
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